NOTA DO JORNAL DA MANHÃ SOBRE O FALECIMENTO DE DOM ALOÍSIO ROQUE OPPERMANN, ARCEBISPO EMÉRITO DE UBERABA

28 de Abril de 2014

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Morreu na noite de sábado, o arcebispo emérito de Uberaba dom Aloísio Roque Oppermann, aos 77 anos. O gaúcho de São Vendelino, por mais de 16 anos dirigiu a Arquidiocese de Uberaba, no Triângulo Mineiro.

Apesar do falecimento no sábado (26), só por volta das 9h30 deste domingo (27) que a Igreja Católica tomou conhecimento do ocorrido. Dom Roque deveria celebrar a missa dominical das 7h, no Carmelo, porém não compareceu, o que levou um grupo de padres a ir até sua residência no bairro Mercês, para ver o que estava acontecendo. Chegando lá, os padres Gilberto, Selmo e José Edilson depararam com o corpo estirado no sofá, já sem vida. Aos pés um jornal do dia anterior e a TV ligada.
A causa da morte foi dada como indeterminada. O arcebispo era diabético, tinha doença coronária crônica e, atualmente, lutava contra um problema de água no pulmão.

Por determinação do arcebispo dom Paulo Mendes Peixoto, o corpo de dom Roque Oppermann, desde as 15h30, está sendo velado na Catedral Metropolitana de Uberaba. Ainda ontem, às 19 horas, monsenhor Valmir Ribeiro – pároco da Catedral presidiu a primeira Missa de Exéquias, também chamada de corpo presente.

Já às 21h30, dom Paulo Mendes Peixoto presidiu nova celebração para encomendar a alma do irmão no episcopado. A cerimônia contou com os padres das 27 paróquias de Uberaba e diáconos permanentes da cidade.

Nesta segunda-feira (28), uma missa será celebrada às 9 da manhã, também por dom Paulo Peixoto. Nela espera-se a participação de todo o clero arquidiocesano das 20 cidades que compõem a diocese uberabense, representantes da igreja na região, familiares e amigos de Dom Roque, bem como o povo de Uberaba. Após a celebração, o corpo de dom Roque Oppermann será sepultado em túmulo na própria Catedral.

Em nota, dom Paulo Peixoto lamentou a morte do amigo, destacando que sempre teve muita facilidade em trabalhar com o seu antecessor. “Ontem mesmo [sábado] tivemos juntos na posse da nova diretoria das Leigas Consagradas e ele parecia saudável e bem disposto,” observou o arcebispo. Sem dúvida, complementou, “a igreja perde um filho fiel e eterno defensor da efetiva participação dos leigos nas coisas das comunidades”.

 

Matéria do Jornal da Manhã do dia 28/04/2014.

 

FONTE JORNAL DA MANHA.

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